Comecei esse post com a intenção de pôr uma música, visto q ainda estou sobre o efeito de um show delícia que fui. Mas reparei que esse seria o terceiro e nada de palavras minhas ainda.Então resovi pôr uma "meio" poesia minha, fato raro, já que não costumo escrever em versos não.
I
Não que seja medo do Amanhã,
apenas receio do que virá.
Talvez um tempo de tempestade.
Talvez um tempo de bonança.
Esse maldito amanhecer,
Que sempre cheio de esperança.
a cada, triste, anoitecer.
Enterra consigo a tenra criança.
II
Não é o medo que vai fazer-me parar de caminhar,
é o medo que irá impulsionar.
E a cada escorregão será ele q irá me segurar.
E a cada queda, ele estará lá,
apenas pra incitar a levantar.
III
O problema do Amanhã
É que só o amanhã dirá.
Nath Dumas
I
Não que seja medo do Amanhã,
apenas receio do que virá.
Talvez um tempo de tempestade.
Talvez um tempo de bonança.
Esse maldito amanhecer,
Que sempre cheio de esperança.
a cada, triste, anoitecer.
Enterra consigo a tenra criança.
II
Não é o medo que vai fazer-me parar de caminhar,
é o medo que irá impulsionar.
E a cada escorregão será ele q irá me segurar.
E a cada queda, ele estará lá,
apenas pra incitar a levantar.
III
O problema do Amanhã
É que só o amanhã dirá.
Nath Dumas
2 comentários:
Sábias palavras Nath...
A gente tem que parar de pensar e idealizar o amanhã, porque afinal não sabemos como ele será.
Sua veia poética estava aflorada!
o problema que o medo nem sempre implusiona...as vezes te para
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