É assim que começa...
Numa sexta -feira fria e cinzenta e, particularmente chuvosa, aventurei-me a ir, by myself, aos confins do Centro, ver Clarice, quando fui a-co-me-ti-da por um pé d'aguá que, puts, achei que o mundo tivesse literalmente desabando... Na cena mais pitorescamete novelística(e digna de Manoel Carlos!) que presenciei ! Na verdade só faltou a trilha sonora, que bem... Acho que "Sozinho" do Peninha cairia muito bem, acho q pela conjuntura toda que havia e talz, mas enfim...
Voltando ao local de origem, que a essa altura tinha a plena certeza de que não deveria ter saído, molhada, frustrada e, absurdamente atrasada p/ aula(sem falar no frio), fui tentar estudar um pouco afinal, perto de prova é sempre bom... Mas nãaao! fui gentilmente (e o pior é que gentilmente mesmo) solicitada p/ ajudar a fazer a transcrição da entrevista do Zaff, um maldito q fala um portunhol mto do estranho, p/ jornal, ou seja, naaada de estudo e mais um dia atrasada na matéria (que não é pouca,mesmo) ...
Saindo do local de origem, a essa hora frustrada, c/ frio, atrasada na matéria e ainda um pouco molhada, resolvi passar na aula de dança, p/ dar um oi!, dizer que não morri, essas coisas... e até quem sabe fazer a aula, oh! Não que estivesse mto no clima, mas acho que mamy pensa que pagar e não ir não é lá mto vantajoso...Enfim, fui e naõ só fui como dei com a cara na porta! Que o prof aind anão tinha chegado (¬¬) Desci, fui p/ rua afinal, o que se tem p/ fazer mum local como aquele ?, e fiquei perambulando até achar alguem conhecido(q eu estivesse a fim de falar) p/ ficar matando tempo comigo.E...pela primeira vez no dia, dei sorte! Encontrei c/ a Dani e c/ a barraquinha do Hot e derrepente,não mais do que derrepente o dia se fez feliz!, ou bem melhor doq estava antes. Fizemos a aula,batemos papo(mto, diga-se de passagem) e agora estou aqui, narrando as periécias do meu dia.
E é assim que termina...
Moral da história: A felicidade está no cachorro quente !!!
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Achados
Achei num blog aleatório, e tenho a impressão que também o acharam, pela legenda e talz...
Mas é assim, caiu na net é peixe hehe.
Só é pena não conseguir dar os créditos, textinho delicioso...
-Não Acho- (ou tavez até ache...)
Me sinto culpado. Por vê-la atravessando a rua, sentindo-se feliz. Ela não olha pra tras, ela continua como se não houvesse nada ali, ou como se o que houvesse fosse menos importante do que o que há por vir. Eu sei que não é assim, sei bem. Eu chego a adorá-la indo embora, e chego a comover-me com a cena, e só. Não há mais nada além dos pedidos de telefonema, não há mais nada além da falsa impressão de falta que ela me faz. Na verdade não me interesso pelo seu íntimo, em nada, sob nenhum aspecto, e ela é, acreditem, a mulher mais interessante que possívelmente terei em vida. Ouço tudo o que ela tem a dizer, tudo, sorrio das desventuras, chego a chorar com o que é triste, adoro seu quê de tristeza, mas não quero saber mais, não pergunto nada a mais, nem quero saber se os azulejos do banheiro eram azuis ou marfim se ela me diz que era um banheiro claro. Espero que ela pense essa falta de curiosidade como uma completude de informações, mas não, a quem quero enganar? A menina também tem uma sensibilidade assustadora, entende tudo, e eu sim, fico a bancar o misterioso, como um homem encantador de meias palavras. Ela como uma Amélia pós-moderna, entende, sem cobrar, entende mesmo, nem isso me suscita saudade, nem isso me derrete o coração, nem isso a torna inesquecível pela manhã e pelas noites insones, nem isso me enciuma os amigos, isso não a torna necessária. Viver com ela seria maravilhoso, talvez durasse para sempre, talvez fosse divertido, talvez fosse okey, okey e morno. Há culpa. Sou capaz de torná-la desejável numa caracterização desprovida de mentiras (isso dói),a indicaria a qualquer grande amigo, e preocuparia-me e de repente desse jeito ela ouvisse todas as almejadas perguntas de alguém que de fato a ama: eu, mas aí já não seria importante, e essa minha prova de amor seria falha. Por isso insisto, pra entender dessa coisa que alguns dizem que vem com a convivência, dessa coisa progressiva, crescente. Quero entender se é possível, só que é mentira, e isso, embora pareça, nem é uma prova de amor.
Mas é assim, caiu na net é peixe hehe.
Só é pena não conseguir dar os créditos, textinho delicioso...
-Não Acho- (ou tavez até ache...)
Me sinto culpado. Por vê-la atravessando a rua, sentindo-se feliz. Ela não olha pra tras, ela continua como se não houvesse nada ali, ou como se o que houvesse fosse menos importante do que o que há por vir. Eu sei que não é assim, sei bem. Eu chego a adorá-la indo embora, e chego a comover-me com a cena, e só. Não há mais nada além dos pedidos de telefonema, não há mais nada além da falsa impressão de falta que ela me faz. Na verdade não me interesso pelo seu íntimo, em nada, sob nenhum aspecto, e ela é, acreditem, a mulher mais interessante que possívelmente terei em vida. Ouço tudo o que ela tem a dizer, tudo, sorrio das desventuras, chego a chorar com o que é triste, adoro seu quê de tristeza, mas não quero saber mais, não pergunto nada a mais, nem quero saber se os azulejos do banheiro eram azuis ou marfim se ela me diz que era um banheiro claro. Espero que ela pense essa falta de curiosidade como uma completude de informações, mas não, a quem quero enganar? A menina também tem uma sensibilidade assustadora, entende tudo, e eu sim, fico a bancar o misterioso, como um homem encantador de meias palavras. Ela como uma Amélia pós-moderna, entende, sem cobrar, entende mesmo, nem isso me suscita saudade, nem isso me derrete o coração, nem isso a torna inesquecível pela manhã e pelas noites insones, nem isso me enciuma os amigos, isso não a torna necessária. Viver com ela seria maravilhoso, talvez durasse para sempre, talvez fosse divertido, talvez fosse okey, okey e morno. Há culpa. Sou capaz de torná-la desejável numa caracterização desprovida de mentiras (isso dói),a indicaria a qualquer grande amigo, e preocuparia-me e de repente desse jeito ela ouvisse todas as almejadas perguntas de alguém que de fato a ama: eu, mas aí já não seria importante, e essa minha prova de amor seria falha. Por isso insisto, pra entender dessa coisa que alguns dizem que vem com a convivência, dessa coisa progressiva, crescente. Quero entender se é possível, só que é mentira, e isso, embora pareça, nem é uma prova de amor.
domingo, 14 de setembro de 2008
Being yourself
Nessa onda de busca pela identidade, estava aqui pensando com meus botões: Seria mesmo preciso? Quer dizer, todo o desgaste que essa busca proporciona realmente vale a pena? Olha, não sei não... Definitivamente, tenho cá minhas dúvidas... Encontrar uma frase, uma palavra que te "define" pra mim, é rotular-se de livre e expontânea vontade. É diminuir-se perante a grandiosidade do "ser". Se bem que mais seguro, sou forçada a dizer, protegre-se dentro de parametros pré-estabelecidos pode parecer bem mais fácil à quem não se permite viver, ousar, querer... Ser "assim" e "assado" não basta, somos milhões de "assins", zilhares de "assados"... Basta um vendo mais forte para que mudemos de rumo! Então como possível fixar-se a um perímetro só? Além da experiência dolorosa que é (pelo menos no meu caso) pq definir-se ao que me parece é sempre deixar uma parte de si pra fora, é aparar uma aresta que teima em sobrar... sei lá... É quase um senti-se amputar. Por isso que hoje em dia tenho tanto receio do "quem é você ?" Limito-me a responder "Eu sou a Nath, muito prazer" .
.
Nath Dumas
.
--------------------------------
"Somos muito mais parecidos com ideogramas. Ideogramas podem ser interpretados de diversas formas por pessoas diferentes e em diferentes contextos. Essa é a magia humana, somos plasmáveis, mutáveis, reinterpretáveis. Entender isso é estar a um passo de compreender outro conceito, autenticidade."
.
Fábio M.
.
--------------------------------
Sou todos os meus amores.
Sou,todas as minhas dores.
E sonhos, e realizações,
e vontades, e acaprichos,
e empenhos, e relachos,
e frustrações, e mágoas,
e pensamentos, e impulsos,
e medos, e certezas,
e ingenuidade, e malícia
e insegurança, e força.
Todas as minhas falações e quietudes
Os meus dias de mal-humor e os de ser irritantemente feliz também!
As manias, os métodos, as coisas meticulosamente preparadas,
de mim, fazem parte até as frases ensaiadas.
Eu sou assim,
pode ser que amanhã não seja
quem quiser descobrir
que veja !
.
Nath Dumas
.
.
Nath Dumas
.
--------------------------------
"Somos muito mais parecidos com ideogramas. Ideogramas podem ser interpretados de diversas formas por pessoas diferentes e em diferentes contextos. Essa é a magia humana, somos plasmáveis, mutáveis, reinterpretáveis. Entender isso é estar a um passo de compreender outro conceito, autenticidade."
.
Fábio M.
.
--------------------------------
Sou todos os meus amores.
Sou,todas as minhas dores.
E sonhos, e realizações,
e vontades, e acaprichos,
e empenhos, e relachos,
e frustrações, e mágoas,
e pensamentos, e impulsos,
e medos, e certezas,
e ingenuidade, e malícia
e insegurança, e força.
Todas as minhas falações e quietudes
Os meus dias de mal-humor e os de ser irritantemente feliz também!
As manias, os métodos, as coisas meticulosamente preparadas,
de mim, fazem parte até as frases ensaiadas.
Eu sou assim,
pode ser que amanhã não seja
quem quiser descobrir
que veja !
.
Nath Dumas
.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
back to bed
Mais uma vez, de cama.
O sistema imunológico pediu "arrego".
Também pudera, depois de tudo, pedir que não falhasse, seria exigir de mais!
E eu que já tinha lido em algum lugar que adoecer de amor, não era assim tão romântico...
(o cérebro soube, a garganta não, hehe, se bem q nem foi só de amor... mas enfim...)
O sistema imunológico pediu "arrego".
Também pudera, depois de tudo, pedir que não falhasse, seria exigir de mais!
E eu que já tinha lido em algum lugar que adoecer de amor, não era assim tão romântico...
(o cérebro soube, a garganta não, hehe, se bem q nem foi só de amor... mas enfim...)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Sobre Rios
Rio
(meu espelho
mavioso e fugidio).
Diferentes naturezas,
mesma certeza:
nas nossas margens,
a vida corre presa.
Diferentes naturezas,
mesma incerteza:
somos o que fomos
ou o que há-de vir
com a correnteza?
.
Felipe C.
.
ADORO.
Palavras certas, no momento exato...
Sem mais palavras...
Apenas um grande poeta
(meu espelho
mavioso e fugidio).
Diferentes naturezas,
mesma certeza:
nas nossas margens,
a vida corre presa.
Diferentes naturezas,
mesma incerteza:
somos o que fomos
ou o que há-de vir
com a correnteza?
.
Felipe C.
.
ADORO.
Palavras certas, no momento exato...
Sem mais palavras...
Apenas um grande poeta
sábado, 6 de setembro de 2008
...
Quando palavra nenhuma perece descrever a tristeza que sinto, só me vem à cabeça os tempos de infância, em quem agente não se preocupava com a vida, e muito menos em sobreviver a ela.
Assinar:
Comentários (Atom)