segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ela? Hip-hop, vida fácil, barzinho descolado, night, destilado.
Ele? Velha guarda, mistério, cérva, Lapa, boteco.

Dois mundos tão diferentes, que não se tocariam
E não se tocam
A não ser por uma brincadeira do destino
Um capricho dela

O que une os dois?
Nada
Um fio tão delgado, praticamente imperceptível
Um acaso pra ele

E assim ela vai
Frivolamente chamando a atenção dele
E assim ele vem
Displicentemente encantando ela
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Nath Dumas
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Palavras de outem

Na verdade nem me orgulho de ter "roubado" esse poema
Mas na hora pareceu-me tão perfeito...
Que engoli o orgulho
E quando vi, estava feito...

Poesia da Psudo- Confirmação

Tinha que ser assim, não havia outro caminho, vai por mim
Nesse mundo que nós criamos, em que amor era solução,
Nesse mundo em que nos fechamos, você me tinha do jeito que quis,
Eu era tudo que gostava; você era do jeito que eu fiz,
era tanto que eu amava...era tanto que eu sonhava.

Deve ser por isso que depois só de um mês
Vejo o que diz, e acho que tudo que eras se desfez
E acho tudo que vivemos irreal... um amor perfeito
Um amor que não tem mais volta, que não tem mais jeito.
Ou assim grito pra mim mesmo,
Quando em dor arfo o peito,
quando vejo tanta coisa que não é você,
quando vejo,o que é, sem poder te ter.

É assim, e não tem volta, cada um prum canto
As pontadas do passado não geram mas os prantos
Temos todo o tempo na noite longa, no dia mais ainda;
Temos tanto medo...mas o que queremos? O velho amor? Ou uma nova carícia.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Praticidade...

Mesmo ainda possuindo qualqer coisa de humano (sem esquecer do resquício de sentir que corre-me ás veias).Acho q pela 1ª vez na vida, aprendi a ligar o Foda-se.
(ou não)

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sobre esperança

Mesmo depois de tantos "ah, eu desisto" e "dessa vez chega"... Mesmo depois de tantos baldes d'água fria....
A chama teimosa da esperança insiste em reacender (de tola q é), de certo sem o vigor do início(o q é apenas uma questão de tempo), mas está lá.Nó final das contas, está viva. Fico pensando se por "falta de vergonha na cara", ou se por covardia , se por impetuosidade, ou por comodidade, se por condolência ou por masoquismo. Só sei que ela se apega a algo, suficiente forte, p/ fazê-la resistir e q motivos, são muitos. Inumeráveis, inomináveis...
É uma esperança que bem podia ser chamada de teimosia, birra, brio, qualquer nome desses serviria. Mas de tão única que é, insiste em ser chamada pelo mais generalista dos sentimentos.
É uma coisa assim, bem engraçada, q apesar de não lembrar de ter me trazido uma alegria sequer, gosto dela. E está sempre comigo, e eu pertenço a ela e ela á mim (e sinceramente, não gosto muito que a critiquem, mesmo q errada).
Mesmo que às vezes tenha q acorrentá-la ao chão, pq de vez em quando ela gosta de se chamar sonho...
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Nath Dumas
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domingo, 6 de julho de 2008

Paradoxo ?

Como pode o coração disparar
Ao mesmo tempo
Em que o estômago embrulha ?

Sõ pequenos detalhes como esse, que colorem (mesmo que nem sem sempre com as cores mais belas) a vida.