quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Do verbo Vir

Vem!
Devolve o cheiro que o vento apagou.

Não demora e vem!
Que a tua forma ainda está no travesseiro
e nos meus braços,
e teus abraços já fazem falta ao copo meu.

Vem! Vem!
Vem depressa pra matar os meus anseios
volta logo pro aconchego do meu seio,
que a nossa cama ainda faz-se por fazer.

Larga tudo e vem!
Esquece ego, trabalho e dinheiro
Que a partir de hoje não há mais medo
Esquece o mundo, e tudo que for alheio.

Seremos só nós,
daqui pra frente,
vivendo de amor.

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Nath Dumas
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Tempos modernosos

O poeta já dizia...
"o que é o quer, comparado a um belo par de coxas que se abrem ?"

E, filosofando que estava - pq afinal, não há horário melhor pra fazê-lo do que de madrugada - digo que ele pareceu-me estranhamente certo. E o mais engraçado, é que fui forçada a concordar...
Mas a vovó já dizia: "a culpa, é dessa tal de modernidade"...