domingo, 31 de agosto de 2008

...

E quando acaba a confiança
e quando tudo desmorona,
me diz!
Agente faz o que ?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ainda há esperança

Tanta coisa pra postar.Tanto o que dizer.Tanto o que falar...
Mas não podia!
Tinha que passar minha experiência de hoje na frente de tudo.Todas as dores, receios e preocupações pareceram-me tão ínfimos perante a enorme, ainda que efêmera, alegria de ainda agora que, praticamente, "ganhei o dia".
(E ah, se achar q tô fazendo alvoroço em copo d'agua, só lembro que qlqr sentimento provêm de critérios subjetivos perante os fatos ;) rsrs )

Estava eu a esperar meu ônibus, no ponto habitual, escutando meu mp3, como de sempre, só que com o diferencial que bem... chorava copiosamente( só q quietinha no meu canto neh, que já é vergonha sair chorando por aí, então não vamos dar vexame rs...) mas como ning tem mto a ver com a minha vida... abstrai o fato e me concentrei na dor de cabeça que sentia e em apoiar a mochila em algum lugar.Encostei-me na pilastra habitual e fechei os olhos pra ver se melhorava e não é que quando os abro não dou de cara com um garoto, que aparentemente regulava minha idade, me afagando os cabelos e perguntando se eu estava bem (:O - ohhh). E o mais inpressionante é que eu realmente pude ver o misto de preocupação e aflição que ele sentia, coitado, ao me ver alí, aparentemente desprotegida esperando o ônibus. E só para acabar com qualquer dúvida, ele nem levou minha carteira(o que no rio é surpreendente), nem deu o número do telefone,ou seja, não havia absolutamente nenhum tipo de intenção por trás da preocupação dele. Estou impressionada até agora, e olha que já se passaram umas boas 5 horas do fato, com a singeleza do gesto dele, que simplesmente ficou alí, silenciosamente tomando conta de mim, parado do meu lado esperando o ônibus chegar, perguntando de vez em quando se não precisava mesmo de algo, e isso sem nem ao menos me conhecer!(fato que p/ mim foi o mais chocante). E a cada espiada que ele dava em mim(sem brincadeira) sentia-me afagada, como quase que um consolo sem palavras.
E foi assim, o 238 demorou pra caramba pra passar e quando finalmente veio um, ele me colocou no ônibus,me dando tchau (de longe) e dizendo preu me cuidar.
Segui meu rumo e ele o dele, não trocamos nomes nem muitas palavras, mas ganhei a maravilhosa sensação que ainda há espaço para algo de bom no ser humano, e nem vou dizer que era exatamente isso que eu precisava lembrar, mas enfim, fato foi que em um pouco menos de vinte minutos tive a minha fé restabelecida, por um "anjo da guarda" que nem seio o nome.
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Nath
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Nunca o mundo foi tão cinzar como hoje...
Querido Gus, vá em paz.